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* E S T R E L A R *
Histórias 3


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João e Maria

Era uma vez... duas crianças, João e Maria. Eles eram filhos de um lenhador.

- O que vamos fazer com essas duas crianças se não temos o que comer? - disse a madrasta. Vamos deixá-las na floresta, que talvez por lá elas consigam descobrir um jeito de sobreviver.
- Não, não, não quero nem pensar nisso, disse o lenhador.

João, sem querer, ouviu a conversa. Foi para o quintal e encheu os bolsos de pedrinhas.

No dia seguinte, as crianças foram com o pai e a madrasta pra cortar lenha na floresta e lá foram abandonadas. Mas João marcou o caminho com as pedrinhas e, ao anoitecer, conseguiu voltar pra casa, com Maria, sua irmã.

O pai ficou contente, mas a madrasta, não. Mandou-os dormir e trancou a porta do quarto. Como era malvada, ela planejou levá-los ainda mais longe no dia seguinte.

Entretanto João não conseguiu sair do quarto pra apanhar as pedrinhas, pois sua madrasta tinha trancado a porta. Antes de saírem pro passeio, receberam pra comer um pedaço de pão velho. João, em vez de comer o pão, guardou-o. Depois, ao longo do caminho, jogava os pedacinhos no chão, pra marcar o caminho da volta.

Chegando a uma clareira, a madrasta ordenou que esperassem até que ela colhesse algumas frutas, por ali. Mas eles esperaram em vão. Ela os tinha abandonado mesmo!
- Não chore Maria, disse João. Agora, só temos é que seguir a trilha que eu fiz até aqui, e ela está toda marcada com as migalhas do pão.

Só que os passarinhos tinham comido todas as migalhas de pão deixadas no caminho. As crianças andaram, andaram, andaram muito até que chegaram a uma casinha toda feita com chocolate, biscoitos e doces. Famintos, correram e começaram a comer. De repente, apareceu uma velhinha, dizendo:
- Entrem, entrem, entrem, que lá dentro tem muito mais pra vocês.

Mas a velhinha era uma bruxa e aprisionou João numa jaula pra que ele engordasse. Ela queria devorá-lo bem gordo. E fez da pobre e indefesa Maria, sua escrava.

Todos os dias João tinha que mostrar o dedo pra ela sentir se ele estava engordando. O menino, muito esperto, percebendo que a bruxa enxergava pouco, mostrava um ossinho de galinha. E ela ficava furiosa e reclamava com Maria:
- Esse menino, não há meio de engordar.
- Dê mais comida pra ele!

Um dia, assim que a malvada acordou, cansada de tanto esperar, foi logo gritando:
- Hoje eu vou fazer uma festança.
- Maria, ponha um caldeirão bem grande, com água até a boca pra ferver.
- Dê bastante comida pro seu irmão, pois é hoje que eu vou comê-lo ensopado.

Assustada, Maria começou a chorar. Em seguida, ela teve uma idéia para os dois se livrarem da bruxa.
- Ih! Como vou acender o fogo do forno?
- Menina imbecil, não sabe acender um fogo?
- Pois eu vou comê-la também. E pegando uma tocha acesa, foi ensinar Maria a acender o fogo. Abriu a porta do forno e acendeu.

Então, a menina empurrou a bruxa lá pra dentro do forno e fechou a porta.

Libertou o irmão que ainda levou guloseimas e um tesouro que a bruxa guardava. Mas, lá fora na floresta, os dois estavam novamente perdidos. E aí avistaram um passarinho que lhes ensinou o caminho de casa. Quando os viu, o pai ficou muito contente e a madrasta que nessa época já estava arrependida, prometeu cuidar deles com muito carinho pra sempre.


João e Maria

Era uma vez... duas crianças, João e Maria. Eles eram filhos de um lenhador.

- O que vamos fazer com essas duas crianças se não temos o que comer? - disse a madrasta. Vamos deixá-las na floresta, que talvez por lá elas consigam descobrir um jeito de sobreviver.
- Não, não, não quero nem pensar nisso, disse o lenhador.

João, sem querer, ouviu a conversa. Foi para o quintal e encheu os bolsos de pedrinhas.

No dia seguinte, as crianças foram com o pai e a madrasta pra cortar lenha na floresta e lá foram abandonadas. Mas João marcou o caminho com as pedrinhas e, ao anoitecer, conseguiu voltar pra casa, com Maria, sua irmã.

O pai ficou contente, mas a madrasta, não. Mandou-os dormir e trancou a porta do quarto. Como era malvada, ela planejou levá-los ainda mais longe no dia seguinte.

Entretanto João não conseguiu sair do quarto pra apanhar as pedrinhas, pois sua madrasta tinha trancado a porta. Antes de saírem pro passeio, receberam pra comer um pedaço de pão velho. João, em vez de comer o pão, guardou-o. Depois, ao longo do caminho, jogava os pedacinhos no chão, pra marcar o caminho da volta.

Chegando a uma clareira, a madrasta ordenou que esperassem até que ela colhesse algumas frutas, por ali. Mas eles esperaram em vão. Ela os tinha abandonado mesmo!
- Não chore Maria, disse João. Agora, só temos é que seguir a trilha que eu fiz até aqui, e ela está toda marcada com as migalhas do pão.

Só que os passarinhos tinham comido todas as migalhas de pão deixadas no caminho. As crianças andaram, andaram, andaram muito até que chegaram a uma casinha toda feita com chocolate, biscoitos e doces. Famintos, correram e começaram a comer. De repente, apareceu uma velhinha, dizendo:
- Entrem, entrem, entrem, que lá dentro tem muito mais pra vocês.

Mas a velhinha era uma bruxa e aprisionou João numa jaula pra que ele engordasse. Ela queria devorá-lo bem gordo. E fez da pobre e indefesa Maria, sua escrava.

Todos os dias João tinha que mostrar o dedo pra ela sentir se ele estava engordando. O menino, muito esperto, percebendo que a bruxa enxergava pouco, mostrava um ossinho de galinha. E ela ficava furiosa e reclamava com Maria:
- Esse menino, não há meio de engordar.
- Dê mais comida pra ele!

Um dia, assim que a malvada acordou, cansada de tanto esperar, foi logo gritando:
- Hoje eu vou fazer uma festança.
- Maria, ponha um caldeirão bem grande, com água até a boca pra ferver.
- Dê bastante comida pro seu irmão, pois é hoje que eu vou comê-lo ensopado.

Assustada, Maria começou a chorar. Em seguida, ela teve uma idéia para os dois se livrarem da bruxa.
- Ih! Como vou acender o fogo do forno?
- Menina imbecil, não sabe acender um fogo?
- Pois eu vou comê-la também. E pegando uma tocha acesa, foi ensinar Maria a acender o fogo. Abriu a porta do forno e acendeu.

Então, a menina empurrou a bruxa lá pra dentro do forno e fechou a porta.

Libertou o irmão que ainda levou guloseimas e um tesouro que a bruxa guardava. Mas, lá fora na floresta, os dois estavam novamente perdidos. E aí avistaram um passarinho que lhes ensinou o caminho de casa. Quando os viu, o pai ficou muito contente e a madrasta que nessa época já estava arrependida, prometeu cuidar deles com muito carinho pra sempre.

















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